segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Elogiando e Criticando - Mudança!

RECEBEMOS UM CONVITE DE UM GRANDE BLOG E ACEITAMOS VIRAR COLUNA NELE, BREVE VOCE VAI SABER QUAL É O ENDEREÇO EM QUE O ELOGIANDO E CRITICANDO ESTARÁ!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Record e Globo continuam travando duelo

O E.C prefere continuar recorrendo a sites imparciais nessa briga para mostrar o deulo entre os canais, não tem mais nada para postar sobre TV. Por isso segue a briga entre a IURD e GloboMacumba.
 
Terra Magazine


Para o professor Laurindo Leal Filho, o telespectador não tem nada a ver com a disputa empresarial travada entre Globo e Record
Quinta-feira, 13, 20h00. Abertura dos telejornais nas duas maiores emissoras do país. Começa mais um capítulo da batalha televisiva iniciada um dia antes entre as redes Globo e Record.

Para além da disputa pela audiência, o incidente desnuda o uso indevido de espaços públicos para disputas particulares. A avaliação é de Laurindo Leal Filho, doutor em ciências da comunicação pela USP (Universidade de São Paulo) e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade.

- São duas empresas comerciais que se utilizam do espaço público - que não é delas, é da sociedade - para resolver pendências comerciais e empresariais. Isso é absolutamente incompatível com o Estado democrático.



Autor de diversos livros sobre o assunto ("A TV sob controle, a resposta da sociedade ao poder da televisão" e "A melhor TV do mundo, o modelo britânico de televisão", dentre outros), Laurindo avalia, nesta entrevista a Terra Magazine, que a disputa comercial entre os dois canais tem como ponto positivo a exposição da história de "relações promíscuas" da Rede Globo. Além de evidenciar a defesagem e a falta de legislação para o setor de telecomunicações.

O estopim da luta de foice entre os dois canais foi a publicação de reportagem com mais de 10 minutos de duração pelo Jornal Nacional na terça-feira, 11, repercutindo denúncia do Ministério Público de São Paulo que incriminou o bispo Edir Macedo e outros nove membros da Igreja Universal por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

No dia seguinte, o revide. Em reportagem de cerca de 15 minutos veiculada pelo Jornal da Record, a emissora - controlada pela Universal - recorreu a imagens de arquivo para vincular a Globo à ditadura militar e aos escândalos Time-Life e Proconsult. E destacou que a emissora carioca ignorou o movimento Diretas-Já, em 1984.

Nesta quinta-feira, novo round, com os mesmíssimos ingredientes.

Em nota enviada a Terra Magazine, a Central Globo de Comunicação afirma que está dando ao caso Universal "tratamento equivalente" ao que deu a outros fatos jornalísticos, como a deflagração da Operação Satiagraha, em julho de 2008. A central de comunicação da Rede Record afirmou, por sua vez, que a emissora "não está atacando ninguém, apenas respondendo às acusações feitas e aos ataques que partiram da Rede Globo".


"O que o cidadão em casa tem a ver com a briga entre a empresa Record e a empresa Globo? Ele não tem nada a ver com isso", critica Laurindo. " Ele tem que receber um serviço público correto de rádio e TV, que atenda aos seus interesses e as suas necessidades Laurindo".

Confira a entrevista:

Terra Magazine - Como o senhor avalia o embate entre Globo e Record observado nos últimos dias?
Laurindo Leal Filho -
Sem dúvida é uma luta pela audiência. o fato de a Record a cada momento subir mais aceleradamente no Ibope, com resultados que nunca foram obtidos desde o surgimento da Globo. Desde que ela assumiu a liderança, nunca sofreu um abalo de audiência tão grande. Essa, sem dúvida alguma, é a razão central da investida da Globo contra a Record, ampliando e amplificando a manifestação do Ministério Público contra os proprietários da Record. Essa é a realidade. Agora, o problema que me parece mais grave para o Brasil e para o setor de comunicações é o fato de que duas empresas se utilizam do espaço público, já que ambas são concessões públicas, para fazerem trocarem acusações e fazerem ataques em defesas de seus interesses empesariais.
Sim...
Ou seja: são duas empresas comerciais que se utilizam do espaço público - que não é delas, é da sociedade - para resolver pendências comerciais e empresariais. Isso é absolutamente incompatível com o Estado democrático, onde o espaço público de rádio e televisão tem de ser organizado em função dos interesses da sociedade, e não dos interesses particulares e comerciais de Globo e Record. Esse é o grande problema que não está sendo discutido. O que o cidadão em casa tem a ver com a briga entre a empresa Record e a empresa Globo? Ele não tem nada a ver com isso. Ele tem que receber um serviço público correto de rádio e TV, que atenda aos seus interesses e as suas necessidades.
A Record diz que, por conta do domínio da Globo, o Brasil hoje vive um "monopólio" na TV... Isso é real? Essa disputa não dá sinais de que estejamos caminhando para uma espécie de duopólio?
É verdade. Se há algo positivo nessa crise, é o fato de o monopólio da Globo estar sendo arranhado. Isso acontece tanto do ponto de vista da audiência... O fato de o reality show A Fazenda estar derrotando a Globo no domingo mostra que o monopólio está abalado. Esse é um fato importante, embora eu acredite que poderia ter sido abalado com outras armas, não com instrumentos semelhantes aos da Globo. O outro aspecto positivo é o fato de que a Record esta colocando no ar, para milhoes de brasileiros, informações sobre a história da Rede Globo que poucas pessoas conheciam. Todos nós na área de comunicação e na Universidade sabíamos desses fatos, mas a grande maioria da população com certeza não sabia quais eram as relações promíscuas que marcaram toda a história da Globo com todos os governos da República. Esse é um fato positivo: colocar para o grande público a história real da Globo.
A Record também acusa a Globo de estar com medo da concorrência; no entanto, em que medida há uma concorrência real? A programação dos dois canais é muito semelhante...
A concorrência existe. Basta ver os números do Ibope, eles mostram que a Record está roubando a audiência (da Globo). Ela rouba tendo como base a estrutura de programação da TV Globo, mas ela adiciona elementos novos e mais sofisticados até do que os da Globo. Na verdade a Record até aproveita um certo cansaço da fórmula global e dá a ela um novo dinamismo, algumas novas características. Quer dizer: a base é a mesma, mas a Record consegue, em alguns momentos, fazer um produto um pouco mais sofisticado e atraente do que o da Globo.
É um processo "antropofágico"...
É isso, é isso.
O que se tem no horizonte para equacionar esse problema? Qual seria a vantagem de a Record empatar com a Globo ou até mesmo superá-la na audiência?
Para o telespectador, nenhuma. Haja vista o que está acontecendo agora na disputa pelo segundo lugar na audiência com a troca de jornalistas entre o SBT e a Record. Para o telespectador continua exatamente a mesma coisa. Essas grandes emissoras têm um temos muito grande em investir em qualquer experimentação, e apostam naquilo em que, com quase plena certeza, dará audiência. Isso é muito ruim para a o cenário da televisão e da cultura brasileira.
Há um conservadorismo enorme...
Claro, porque são sempre os mesmos padrões, as mesmas fórmulas, e isso acaba inibindo uma grande produção cultural que existe pelo Brasil afora e que não tem canais para se manifestar para todo o público brasileiro. Essa disputa, para o telespectador, não traz nenhum benefício.
E por que o governo não consegue fazer valer a concessão pública às emissoras de TV como algo público de fato?
Porque todos os governos têm temor de mexer com a comunicação, especialmente a comunicação eletrônica. E, infelizmente, nós não temos no Brasil uma legislação que dê conta da situação atual. Basta ver que a lei que regula a rádiodifusão é de 1962, e continua em vigor. Essa área vira uma selva, uma terra de ninguém. Seria absolutamente impossível ocorrer esta guerra pública nos telejornais da Record e da Globo se houvesse por aqui o que há nos países democráticos: órgãos reguladores. É absolutamente incocebível que, num país sério, uma emissora coloque sete, oito, dez minutos de reportagem para falar mal da concorrente. Isso um órgão regulador jamais permitiria.
Só para deixar claro: órgão regulador não significa restrições à liberdade de expressão, como os proprietários de mídia alegam.
Não, são órgãos reguladores desse tipo de serviço público fundamentados na lei. É o que tem na Inglaterra, na França, em Portugal, na Espanha, nos Estados Unidos... O que é um espaço público precisa ser regulado pelo Estado em nome do público. Não tem nada a ver com censura. Mas estabelece parâmetros de funcionamento. Isso não existe no Brasil, e é isso que permite esse fenômeno que está ocorrendo agora.
A internet pode pressionar por uma mudança nesse panorama, não?
É, ela ajuda bastante, sem dúvida. Ela diversifica as fontes de informação e oferece algum tipo de alternativa. Mas ainda tem um poder muito reduzido se comparado ao da televisão aberta.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Imparcialidade

O ELOGIANDO E CRITICANDO PREFERE SE MANTER IMPARCIAL SOBRE A GEURRA ENTRE A GLOBO E A RECORD, POR ISSO SEGUEM MATÉRIAS DO PORTAL TERRA E DA ABRIL.COM.


Veja online

Depois de responder às acusações da Globo na quarta-feira (12), o Jornal da Record exibiu outra matéria de 15 minutos sobre os “ataques” da Rede Globo à emissora e aos fiéis da Universal na noite desta quinta-feira (13)

Na reportagem, a emissora defende a arrecadação do dízimo pela igreja, acusa a concorrente de usar câmeras escondidas para se infiltrar na Igreja Universal e “desrespeitar um espaço ligado ao culto”. A reportagem defende que a igreja nunca escondeu que a maior parte de seus recursos vem da doação de dinheiro e defendeu arrecadação com trechos do livro “O Bispo – A História Revelada de Edir Macedo”, em que o fundador da emissora lista as ações de caridades e os templos que foram construídos graças ao dízimo.

A Record ainda acusou a concorrente de obter financiamento público ilegalmente para construir o Projac, onde são produzidas as novelas e maior parte das atrações da emissora. A Record afirmou ainda que a Globo está atacando o bispo Edir Macedo por que teme perder o “monopólio da informação” e mostrou dados do Ibope que provariam que houve queda da audiência nos programas da Rede Globo nos últimos cinco anos, mesmo período em que a Record cresceu.

Em Brasília, foram entrevistados parlamentares para comentar o que pensam sobre o monopólio. Deram seu depoimento os deputados Fernando Ferro, Brizola Neto, os senadores Cristovam Buarque e Marcelo Crivela e o ministro do meio-ambiente Carlos Minc.

Depois de listar as denúncias publicadas nesta quinta-feira no jornal “O Estado de S. Paulo”, ironicamente o Jornal Nacional também repercutiu a polêmica com parlamentares, com depoimentos dos senadores Álvaro Dias, Garibaldi Alves Filho, Arthur Virgílio e Eduardo Suplicy. O deputado Bispo Rodovalho defendeu a Igreja Universal e a cobrança do dízimo.

O Dia

Pelo segundo dia seguido, a Rede Globo e a Rede Record voltaram a trocar ataques nesta quinta-feira durante os principais telejornais das emissoras. O tema era o mesmo: as acusações contra o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, bispo Edir Macedo, por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. As duas reportagens começaram exatamente às 20h34 e utilizaram entrevistas com políticos para sustentar seus argumentos.

Apesar da TV Record criticar o tempo utilizado pela concorrente para tratar do assunto, a emissora da Igreja Universal utilizou 22 minutos de seu telejornal, contra seis da Globo.

A reportagem do Jornal Nacional foi divida em duas partes. As informações da TV Globo foram baseadas em texto publicado nesta quinta-feira no jornal O Estado de S. Paulo, que dava conta de que o dízimo dos fiéis da Igreja Universal seria utilizado para a compra de imóveis sem relação direta com a instituição religiosa.

 De acordo com dados da denúncia do Ministério Público obtidos pelo jornal e reproduzidos pelo telejornal, a compra de imóveis pela Rede Record chegou a atingir o valor de R$ 25 milhões. O repórter César Tralli informou que dízimos e ofertas só podem ser usados na igreja ou em obras sociais mas que, no caso da Universal, o dízimo sustentaria empresas que visam o lucro.

Ainda segundo dados do MP obtidos pelo Estado, em 2006 R$ 240 milhões foram desviados de fiéis e repassados para a Record. O apresentador do telejornal, Willian Bonner, informou que o advogado de Edir Macedo não quis gravar entrevista, mas disse que ainda não tem conhecimento da denúncia na íntegra porque está fazendo cópias do processo. O advogado ainda afirmou segundo Bonner, que não leu a reportagem do Estado e que considera as denúncias infundadas.

A segunda parte da reportagem mostra parlamentares do Congresso Nacional pedindo celeridade nas investigações. O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) exigiu esclarecimentos e disse esperar que o País tenha em breve uma resposta a todas as perguntas. Já o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) afirmou que os fatos são graves e precisam ser apurados e esclarecidos.

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse achar as investigações importantes para não permitir que a "boa fé" das pessoas não seja iludida. O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) disse que, neste caso, a fé pode estar sendo usada de forma indevida. Já o deputado Antônio Carlos Panunzzio (PSDB-SP) espera que o julgamento tenha início em breve.

Em contrapartida, o deputado Bispo Rodovalho (PFL-DF) afirmou que a igreja pode utilizar qualquer instrumento para pregar o evangelho.

O Jornal da Record começou a matéria mostrando trechos da reportagem veiculada pelo Jornal Nacional ontem. A emissora da Universal afirma que a concorrente exibiu "mais 10 minutos de agressões sem novidades" e voltou a comparar os tempo que teria sido dedicado por cada emissora ao assunto.

A Record afirmou também que a Globo desrespeitou a liberdade de manifestação religiosa ao "invadir" cultos da Igreja Universal com câmeras escondidas.

Apresentando a definição do dicionário da palavra "dízimo", a emissora defendeu o pagamento feito por fiéis às igrejas. A Record classificou a Globo como preconceituosa e, citando trechos do livro de Edir Macedo, sustentou que a Universal não impõe que as pessoas contribuam com parte do salário. A emissora da Universal também afirmou que o Jornal Nacional "ridicularizou símbolos" da Universal.

Nos ataques, a Record usou trechos do livro Afundação Roberto Marinho de Roméro da Costa Machado, publicado na década de 80, que acusa a Rede Globo de desviar dinheiro público e de causar prejuízos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

B-A-R-R-A-C-O NA TV!

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HOJE A TV RECORD VAI MOSTRAR UMA REVANCHE A MATÉRIA DA REDE GLOBO ONTEM A NOITE, ONDE A EMISSORA DOS MARINHO DESFERIU ATAQUES A EDIR MACEDO, ONTEM TIVEMOS A TV RECORD NA GLOBO E HOJE A TV GLOBO NA RECORD, O DUELO DAS REDES ESTÁ PEGANDO FOGO:
 
QUE EDIR MACEDO NÃO É O HOMEM MAIS SANTO DA TERRA, ISSO NÃO É NOVIDADE... MAS PORQUE A GLOBO ESTÁ DANDO TANTA COBERTURA? NO CASO DA IGREJA RENASCER NÃO FOI ASSIM... E PORQUE ESSES DETALHES NA SEMANA EM QUE A FAZENDA ESTÁ BATENDO RECORDES E HUMILHANDO O CANAL DA FAMÍLIA MARINHO,O MISTÉRIO CONTINUA! SE É QUE EXISTE ALGUM MISTÉRIO NESSA GUERRA.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Código F.A.M.A

 
VAMOS DAR 3 PISTAS NOVAS TODO DIA EM BUSCA DE ALGUÉM QUE SEJA CAPAZ DE DESCOBRIR ESSE CÓDIGO MISTERIOSO, UMA PALAVRA QUE PODE MEXER COM VOCE! QUEM ACERTAR NO PRIMEIRO DIA GANHA 100 REAIS, A CADA DIA O PREMIO CAI PELA METADE. COMENTE! QUEM SABE VOCE NÃO DESVENDA ESSA PALAVRA?
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Sou um time esportivo
Fiz a emissora número 1 a época ficar em número 2
Os fatos ocorreram no Brasil
Não sou Gremio, Real Madri ou Vasco (Já disseram)
Saí de uma consoante
Não sou da capital, nem da roça
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